A Atlântida ou Atlântis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foram confirmadas, e cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida".
O tema da Atlântida tem dado origem a diferentes interpretações, umas mais cépticas, outras mais fantasiosas. Segundo alguns autores, tratar-se-ia de uma metáfora referente a uma catástrofe global (identificada, ou não, com o Dilúvio), que teria sido assimilada pelas tradições orais de diversos povos e configurada segundo suas particularidades culturais próprias. Pode-se também considerar que a narrativa se insere numa dada mitologia que pretendia explicar as transformações geográficas e geológicas devidas às transgressões marinhas. Há ainda a versão do cientista brasileiro Arysio Nunes dos Santos, onde Atlântida seria nada mais que o nome grego para uma civilização ancestral, que seria descrita com diferentes nomes nas mais diversas culturas. Para Arysio, a Atlântida supostamente real ficaria próxima à Indonésia e diversos povos do mundo tais como os gregos, hindus e tupis seriam descendentes dos Atlantes. Ainda segundo sua teoria, diversas descobertas científicas como a criação de determinadas culturas agrícolas e do cavalo seriam graças aos atlantes, bem como a causa da submersão da cidade/continente e do dilúvio foram uma bomba atômica.
Uma das mais polêmicas teorias sobre a Atlântida foi proposta recentemente pelo pesquisador Prof. Ezra Floid, partindo do desenho de cidade circular descrito por Platão, Floid propõe que Atlântida se tratava de uma gigantesca nave espacial, um disco voador movido à hidrogênio, hidromagnetismo, com uma usina central de Hidro-Forças no que era chamado de Templo de Poseidon: um imenso OVNI descrito por muitas culturas como "A ilha voadora" (citada até em Viagens de Gulliver), relacionada com a Jerusalém Celestial descrita na Bíblia, à Purana Hindu que desce do Céu, o Disco Solar dos Astecas, Maias, Incas e egípcios. Sendo Atlântida uma missão colonizadora, ela esteve em muitos pontos da Terra, pois se locomovia e se instalava em regiões: este seria o motivo pelo qual ela tanto esteve no Mediterrâneo, quando na Indonésia, quanto no Atlântico, nos pólos e nos Andes: Atlântida seria a mesma nave descrita na epopéia dos Sumérios. Segundo esta teoria inovadora do professor Ezra Floid, a Atlântida não submergiu catastroficamente, mas intencionalmente, como parte do projeto colonizador que realizavam no planeta: após permanecer algum tempo no fundo do mar como cidade submarina, o disco voador Atlante usou também a hidroenergia de emersão para lançar se diretamente ao espaço sideral, provocando com sua massa e seu arranque poderoso uma enorme onda circular de tsunami no oceano onde estaria oculta. As vítimas sobreviventes deste Tsunami, após a tragédia julgaram que Atlântida havia afundado, no entanto, os Atlantes apenas voltavam para seu Sistema Natal.
O tema da Atlântida tem dado origem a diferentes interpretações, umas mais cépticas, outras mais fantasiosas. Segundo alguns autores, tratar-se-ia de uma metáfora referente a uma catástrofe global (identificada, ou não, com o Dilúvio), que teria sido assimilada pelas tradições orais de diversos povos e configurada segundo suas particularidades culturais próprias. Pode-se também considerar que a narrativa se insere numa dada mitologia que pretendia explicar as transformações geográficas e geológicas devidas às transgressões marinhas. Há ainda a versão do cientista brasileiro Arysio Nunes dos Santos, onde Atlântida seria nada mais que o nome grego para uma civilização ancestral, que seria descrita com diferentes nomes nas mais diversas culturas. Para Arysio, a Atlântida supostamente real ficaria próxima à Indonésia e diversos povos do mundo tais como os gregos, hindus e tupis seriam descendentes dos Atlantes. Ainda segundo sua teoria, diversas descobertas científicas como a criação de determinadas culturas agrícolas e do cavalo seriam graças aos atlantes, bem como a causa da submersão da cidade/continente e do dilúvio foram uma bomba atômica.
Uma das mais polêmicas teorias sobre a Atlântida foi proposta recentemente pelo pesquisador Prof. Ezra Floid, partindo do desenho de cidade circular descrito por Platão, Floid propõe que Atlântida se tratava de uma gigantesca nave espacial, um disco voador movido à hidrogênio, hidromagnetismo, com uma usina central de Hidro-Forças no que era chamado de Templo de Poseidon: um imenso OVNI descrito por muitas culturas como "A ilha voadora" (citada até em Viagens de Gulliver), relacionada com a Jerusalém Celestial descrita na Bíblia, à Purana Hindu que desce do Céu, o Disco Solar dos Astecas, Maias, Incas e egípcios. Sendo Atlântida uma missão colonizadora, ela esteve em muitos pontos da Terra, pois se locomovia e se instalava em regiões: este seria o motivo pelo qual ela tanto esteve no Mediterrâneo, quando na Indonésia, quanto no Atlântico, nos pólos e nos Andes: Atlântida seria a mesma nave descrita na epopéia dos Sumérios. Segundo esta teoria inovadora do professor Ezra Floid, a Atlântida não submergiu catastroficamente, mas intencionalmente, como parte do projeto colonizador que realizavam no planeta: após permanecer algum tempo no fundo do mar como cidade submarina, o disco voador Atlante usou também a hidroenergia de emersão para lançar se diretamente ao espaço sideral, provocando com sua massa e seu arranque poderoso uma enorme onda circular de tsunami no oceano onde estaria oculta. As vítimas sobreviventes deste Tsunami, após a tragédia julgaram que Atlântida havia afundado, no entanto, os Atlantes apenas voltavam para seu Sistema Natal.
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